sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Despedida 2
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Todo Mundo Se Machuca
Composição: Michael Stipe
Quando seu dia é longo
E a noite
A noite é solitariamente sua
Quando você está certo de que já teve o suficiente dessa vida
Bem, segura ai
Não se deixe ir
Porque todo mundo chora...
E todo mundo se machuca...
Às vezes
Às vezes algo está errado
Agora é hora de cantar
Quando seu dia é uma noite
Aguenta firme, aguenta firme
Se você se sentir deixando pra lá
Aguenta firme
Se você pensa que já teve demais dessa vida
Bem, segura ai
Porque todo mundo machuca
Tenha conforto em seus amigos
Todo mundo se machuca
Não solte sua mão
Oh, não
Não solte sua mão
Se você se sentir como se estivesse sozinho
Não, não, não, você não está sozinho
Se você está sozinho... nesta vida
E os dias e as noites estão longos
Quando você pensa que já teve demais
Desta vida
Segura ai
Bem todo mundo machuca
Às vezes todo mundo chora
E todo mundo se machuca
Às vezes
E todo mundo se machuca
Às vezes
Então aguente firme, aguente firme
Aguente firme,
(Todo mundo machuca)
(Você não está sozinho)
[Amor, essa música nesse momento não significa nada ruim - antes que você pense que ela refere-se à nós. Ela me lembra os momentos bons que passamos juntos, abraçados e nos amando, enquanto ouvíamos seu DVD de "The Corrs". Eu me apaixonei pela música, apesar da letra triste, e vez por outra me pego cantarolando sua melodia]
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Maldita televisão
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
"Bissexualidade é modernidade"
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
As férias se aproximam
Ele lembrou e ela finalmente tomou consciência de que as férias de final de ano estavam chegando. Não que ela não almejasse por um longo período de descanso para ler, pensar e fazer o que quiser. Aliás, ele também estava precisando de um time no trabalho e de um bom período com seu filho. Em geral, ela adorava e esperava ansiosamente as férias, o natal, o ano novo, a viagem, mas desde que o conheceu a realidade passou a ser outra.
Dois meses, repetiu ela em sua cabeça assim que ele falou. Passariam dois meses afastados por conta das viagens e das férias da faculdade. Ele viajaria no final de novembro, ela no início de janeiro, e o encontro... Ah, esse só em fevereiro. Lembrando-se da separação do ano passado para este, ela se perguntou como faria para suportar as saudades agora que tinham uma ligação muito mais forte, e uma dependência muito maior que ela podia imaginar que teria um dia.
Ele estava com uma sensação ruim. Além do ciúme – que ele nega até o fim que sente, apesar de se contradizer e afirmar o mesmo diversas vezes – algo o estava incomodando e estava relacionado à separação eminente. Faltava pouco, muito pouco. E ela já sentia por antecedência a falta que a ausência dele causaria. E se perdessem o contato, como ele achava que deveria ser? Como agüentaria dois meses sem ouvir sua voz, saber se está bem ou não...? Ele só podia estar de brincadeira. “Você vai me esquecer nesse período”, disse ele. Tolo, ela pensou. Como se pudesse. Nem quando ainda estavam se conhecendo foi capaz de esquecer, agora que tinha até a alma entregue a ele como poderia?
Insegurança. Ela sabia muito bem qual era aquela terrível sensação. Sabia das milhões de bobagens que se pensa, imagina e fala quando se sente essa terrível praga. Ciúmes e insegurança são os maléficos efeitos colaterais dos que bebem na fonte dos apaixonados. Inevitável, mas controlável. A verdade é que não o culpava por sua insegurança, até porque tinha as suas também [e para evitar quaisquer dores de cabeça futuras, não iria facilitar com uma “solução” que ele inventou, e sobre a qual não comentarei aqui].
No mais, para que não haja dúvidas:
Dulcineia sentirá muita falta sim. Irá perder-se em lembranças e ele sabe disso. Não apenas a falta da companhia, do perfume, da voz, da presença, do olhar..., mas também do corpo, do calor que o contato das peles gera... Do sexo que fazem.
Dois meses não são os suficientes para fazer com que ele não invada seus pensamentos e furtivamente adentre em seus sonhos a noite. Talvez nem mesmo uma vida inteira, ou mais...
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Corte de cabelo

Considerações
[Na foto um daqueles desejos mais profundos para com certas pessoas]segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Que se dane o mundo
Disseram coisas estúpidas um ao outro. Acusações infantis e desnecessárias. Coisas no calor das emoções, e – como ele disse – que falavam apenas quando brigavam. Coisas ridículas de serem ditas para alguém a quem se ama...
Ela saiu ainda chateada com o que disse, ouviu e como aquilo acabou. Decidiu tomar um banho frio, pois precisava esfriar a cabeça, ou não poderia dormir. Inocente ao pensar que um banho frio resolveria seu problema de sono naquele momento. Não poderia dormir simplesmente, pois, seu coração estava cortado por mágoa e por remorso de ter dito certas coisas.
O choro foi inevitável. Deitou na cama e ficou ali até que para sua surpresa ouviu seu telefone celular tocar uma música já bem conhecida. Pensou no que viria dali. Não queria mais ouvir e dizer desaforos desnecessários. Não queria mais brigar. O que já haviam dito era o suficiente para acabar com sua noite e provavelmente sua semana. Mas deixar de atender não faria... Talvez depois de esfriar um pouco a cabeça e deixar o calor das emoções um pouco no travesseiro com o choro, fosse capaz de conversar civilizadamente, e dizer que não queria mais briga.
Ficou surpresa quando atendeu. Ele queria paz. Assim como ela, não ficou legal com a situação e com as coisas que disse, e escutou. Queria pedir desculpas... Queria que ficassem bem. Não poderia dormir se não fosse assim. Disse que sentiu o coração se cortar em pensar nas coisas que dissera. E ela sabia muito bem com ele se sentia, pois passava pelo mesmo. Naquela tormenta não haveria como ficarem bem... Como ter uma “boa noite” – como ela desejara ao sair -, e como “passar bem” – como ele disse?
Não estava certo com o que sentiam tratarem-se daquela maneira. Não estava lógico. Eles amavam-se e aquelas acusações eram extremamente ofensivas... Amavam-se e estavam fragilizados por tantas interferências externas. Precisavam unir forças, e não atacarem-se entre si. Precisavam ser fortes juntos. Precisavam ser paz juntos. Porto seguro um para o outro e não tormenta. Precisavam se amar apenas. E serem coerentes com o amor que compartilhavam... E ficou combinado assim.
Ela agradeceu a ligação. Precisava daquilo para poder dormir. Pediram perdão, perdoaram-se, e prometeram: Seriam fortes juntos. Fortes um para o outro.
Dane-se o resto do mundo.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Confusão
terça-feira, 21 de outubro de 2008
"Confissões"
Assumia que apenas pensar já acendia nela os "extintos mais sacanas", como ele gostava de dizer. Adorava sentir ele nas mãos e em outros lugares [talvez seja impróprio demais comentar], e fazê-lo crescer com a excitação. Ficava, como ele mesmo disse no blog, "grande, grosso e duro". Extremamente desejável... Incrivelmente lindo!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Antes
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Ou melhor, um pequeno cavaleiro,
Um misto de Dom e Pequeno Príncipe...
"Um Quixote, um sonhador"
Um homem com alma de menino,
Coragem e delírio... Sonho, fantasia,
Verdade!
Uma única e complicada vedade:
Na vida, sonho e realidade se confundem...
Se completam.
E se precisam
[Como donzelas indefesas e heróis...]
Como Dom e Dulcineia.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Menino Quixote
E oferecia a mão para me fazer subir por umas pedras até chegar ao topo
Para, lá de cima, ver o mar imenso e lindo
E me sorri novamente, agora satisfeito.
Um sonoro riso de criança.
Me deu uma infinita paz aquele momento
E eu ri também e passei as mãos por seus cabelos
-Aqui no alto não é perigoso para uma criança?
-"Não sou uma criança!
Sou um cavaleiro e não tenho medo de nada!
Já lutei contra dragões e subi em penhascos muito mais altos que essas pedras"
Balançava nas mãos uma pequena vareta de madeira
Uma lasca de árvore que improvisara
Fazendo sua poderosa espada.
Como com sua incrível capa que balançava ao vento
[Um lençol branco
Amarrado nos ombros]
-"Se vc stiver com medo não precisa ter mais,
que eu não vou te deixar cair"
Me veio cuidar, como um menino...
Um menino não... Um cavaleiro!
Com sua fantasia no olhar
Me guiando com uma autonomia
Como se pudesse proteger o mundo
Com seu 1 metro de altura.



