Aos poucos estava aprendendo o jeito que ele gostava. Um beijo, um toque... Um carinho mais íntimo. Aliás, a confiança que tinham era inacreditável para ela. Se mostrava e se sentia a vontade com ele, como nunca imaginou que ficaria. E fazia coisas que jurava que não teria coragem de fazer.
Experimentava as posições que ele lhe propunha, as coisas que agradavam a ele, e para falar a verdade, tudo a agradava. Primeiramente por agradar ele, e depois porque acabava gostando mesmo. Talvez fosse "safada", como ele costumava chamá-la [risos]. O caso é que existia neles uma troca de confiança, e intimidade que ela gostava.
Uma das coisas que ela achou que difícilmente faria, era "sexo oral". Parecia-le algo muito distante dela. Era porém, algo que ele gostaria que ela fizesse. Demorou um pouco [menos do que ela imaginava], para que tomasse coragem para experimentar. Ele já fazia nela e ela queria retribuí-lo apesar do pudor em relação ao sexo oral. Chega a ser mais íntimo que qualquer outra forma, com a intimidade na boca de outra pessoa. Um ponto de tanta intimidade que deixa o outro tão vulnerável...
Bom, ela experimentou e admite que gostou. Gosta da textura, do calor, de sentir a pulsação dele... De acompanhar o crescimento em sua boca. Das reações dele com o carinho... Aos poucos descobria a maneira como ele gostava. A intensidade, a velocidade... Com o tempo aprendia com ele a fazer o melhor, da forma que mais o agradava [sem deixar de inovar]. Não gostava de ser previsível, e ele estava sempre tentando adivinhar o que ela irá fazer. Quanto a novas experiências, ela esta e sempre esteve disposta a experimentar com ele.
[E repito só para não deixar dúvidas: "Com ELE"!

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