quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Ele é O Cara!

Dulcineia notou que a sala de estar parecia mais escura. Ou estava prestes a desmaiar, ou já era realmente tarde. Embaixo de Dom, e com ele dentro de sí, a disposição para ir para casa parecia não existir. Estavam suados, e com a respiração ofegante, resultado de muito... Muito tempo de sexo.

Normalmente já tinham preliminares demoradas, e aproveitavam ao máximo assim como ao ato sexual, porém, naquela tarde passaram mais tempo com a penetração do que todas as outras vezes. Ela levantou rápidamente assustada com o avançar da hora. Apesar de ter idéia de que já deveria ser tarde. Seis da tarde, e ainda precisavam se preparar para irem à faculdade. Ele com meia hora, ela com aproximadamente quarenta minutos.

Levantou rapidamente e sentiu as pernas banbearem. Achou graça. Se vestiu sem muito equilíbrio e com pressa pois ainda precisava buscar sua irmã. Sorriu ao olhar para o rosto de Dom, imaginando que o seu provávelmente estaria semelhante. Olheiras fundas, masrcas no colo e nas costas, e fome. Muita fome! E não fosse a necessidade de ir para casa, Dulcineia poderia passar mais tempo aproveitando o sexo com ele.
Andou com pressa pela rua, levando nos lábios aquele sorriso bobo. Sonolenta e ainda faminta [não tinha tido tempo de comer], Dulcineia entrou na sala de aula onde Dom estava, e se olharam com cumplicidade. Ninguém poderia imaginar, mas os dois sabiam. Realmente Dom era um homem que deixava uma mulher de pernas banbas... E haja fôlego!

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