
Willian Shakespeare
Sem menor dúvida, Shakespeare era um exímio conhecedor do amor. E não poderia dar melhor definição a ele. "Cativeiro"! Sim, o amor é um cativeiro. Aprisiona, dá asas para voar, acorrenta os pés ao mesmo tempo. Como diz Dom, faz estar-se preso por vontade. Poder ir, mas querer ficar. É essa vontade, a corrente que o amor utiliza. A dependência do outro. E tal corrente é a mais poderosa que possa existir nessa vida.

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